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A Floresta Estacional, devido ao seu porte robusto e riqueza, foi fortemente explorada e reduzida a fragmentos que se encontram isolados e empobrecidos. Suas “jóias”, como a cabreúva (Myroxylon balsamum), o pau-marfim Balfourodendron riedelianum) e a peroba (Aspidosperma polyneuron), estão ameaçadas.
O Cerrado, equivocadamente considerado de qualidade inferior, teve sua área original muito reduzida, cedendo lugar à agropecuária.Na época do descobrimento, o Cerrado recobria 14% (KRONKA et al. 1998) da superfície do Estado de São Paulo.Sua destruição ocorreu num ritmo avassalador, com uma destruição de 90% de sua área entre o início da década de 1960 e o final do século. A década de 1970 foi o período mais crítico, com a expansão da cana em decorrência do Pro-Álcool, seguida pela expansão da citricultura na década seguinte. Como conseqüência, da área original restam hoje somente 230 mil hectares, pulverizados em 8.300 fragmentos, mais de 4.000 deles com menos do que 10 ha, e somente 47 com uma área
superior a 400 ha (KRONKA et al, 1998; KRONKA et al. 2005). A extrema fragmentação dos habitats é um dos principais problemas para a conservação dos Biomas e das espécies que neles habitam.
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