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terça-feira, 13 de maio de 2014
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Plano de Manejo da APA Botucatu é aviltado no CONSEMA
Ambiente da nossa região.Como resultado não teremos os meios legais facilitados pelo Plano de Manejo para salvaguardarmos coisas básicas e vitais tais como as áreas de recarga do nosso Aquífero Guarani. Uma década de trabalho de vários técnicos e entidades ambientalistas foram jogados ao
lixo por interesses de uma minoria sem visão e comprometimento com o futuro das próximas gerações da nossa querida região. Resta-nos a mobilização política.Nossa vingança estará nas urnas, pois sabemos das ambições tanto do Bruno Covas, quanto do João Cury. Por favor divulguem, nossa arma é desmascarar esses políticos e seus reais interesses!
domingo, 17 de março de 2013
Aterro de Botucatu
O vídeo abaixo mostra o quanto Botucatu ainda está longe de atingir os objetivos propostos pela Política Nacional de Resíduos Sólidos:
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Fauna silvestre em perigo na APA Botucatu
Na manhã desta quinta-feira (28/02/2013) dois agentes do Grupo de Proteção Ambiental (GPA) da Guarda Civil Municipal (GCM), juntamente com uma equipe do Centro de Medicina e Pesquisa em Animais Selvagens (Cempas), da Unesp de Botucatu, realizaram uma ação de resgate no pátio da Escola Armando Salles de Oliveira, no Jardim Peabiru( Botucatu), onde um veado catingueiro havia sido encontrado no pátio
Podendo viver até os 20 anos, o veado catingueiro tem seu habitat natural em matas densas que margeiam os rios, mas em razão do desmatamento constante pode ser encontrado em campos abertos e matas próximas às regiões urbanas e acabam entrando em contato com o ser humano.
O professor/doutor Carlos Teixeira, responsável pelo Cempas, frisa que muitos animais chegam à área urbana e buscam refúgio em residências porque estão perdendo seu espaço na natureza. “Cada vez mais estão diminuindo bosques e florestas e isso está fazendo com que os animais entrem em contato com o ser humano e muitas vezes acabam sendo mortos”, alertaTeixeira.
Fonte: Jornal Acontece Botucatu
Classe: Mammalia
Ordem: Artiodactyla
Família: Cervidae
Nome científico: Mazama gouazoubira
Nome vulgar: Veado-catingueiro ou Veado Virá
Categoria: Ameaçado
É uma das espécies de pequeno cervídeo existentes em nosso Estado. Mede aproximadamente 1,0 a 1,40 m e pesa cerca de 17 a 23 kg. Sua cor é marrom acinzentada sendo a cauda branca no lado inferior. Só os machos possuem chifres e os mesmos são pequenos e simples, com cerca de 7 cm de altura e por isso são denominados também de simplicicorne. A fêmea geralmente dá um filhote por cria e este, ao nascer, apresenta uma série de manchas brancas lateralmente, formando linhas longitudinais e que servem para camuflar o pequeno animal. Habitam as áreas de matas, mas preferem os locais mais limpos e abertos (sem vegetação arbórea) onde pastam principalmente à noite. Alimentam-se de capim, plantas jovens e frutinhos. É um animal muito ágil, desenvolvendo boa velocidade, o que faz através de saltos contínuos que podem alcançar 4 ou mais metros de extensão. Quando perseguidos, procuram os rios, pois nadam muito bem.Fonte
Podendo viver até os 20 anos, o veado catingueiro tem seu habitat natural em matas densas que margeiam os rios, mas em razão do desmatamento constante pode ser encontrado em campos abertos e matas próximas às regiões urbanas e acabam entrando em contato com o ser humano.
O professor/doutor Carlos Teixeira, responsável pelo Cempas, frisa que muitos animais chegam à área urbana e buscam refúgio em residências porque estão perdendo seu espaço na natureza. “Cada vez mais estão diminuindo bosques e florestas e isso está fazendo com que os animais entrem em contato com o ser humano e muitas vezes acabam sendo mortos”, alertaTeixeira.
Fonte: Jornal Acontece Botucatu
Classe: Mammalia
Ordem: Artiodactyla
Família: Cervidae
Nome científico: Mazama gouazoubira
Nome vulgar: Veado-catingueiro ou Veado Virá
Categoria: Ameaçado
É uma das espécies de pequeno cervídeo existentes em nosso Estado. Mede aproximadamente 1,0 a 1,40 m e pesa cerca de 17 a 23 kg. Sua cor é marrom acinzentada sendo a cauda branca no lado inferior. Só os machos possuem chifres e os mesmos são pequenos e simples, com cerca de 7 cm de altura e por isso são denominados também de simplicicorne. A fêmea geralmente dá um filhote por cria e este, ao nascer, apresenta uma série de manchas brancas lateralmente, formando linhas longitudinais e que servem para camuflar o pequeno animal. Habitam as áreas de matas, mas preferem os locais mais limpos e abertos (sem vegetação arbórea) onde pastam principalmente à noite. Alimentam-se de capim, plantas jovens e frutinhos. É um animal muito ágil, desenvolvendo boa velocidade, o que faz através de saltos contínuos que podem alcançar 4 ou mais metros de extensão. Quando perseguidos, procuram os rios, pois nadam muito bem.Fonte
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Atributos históricos da APA em Botucatu
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O município de Botucatu e a APA Botucatu
No mapa abaixo está destacada a sobreposição entre a área do município de Botucatu (cinza) e a área da APA Botucatu (amarelo):
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domingo, 10 de fevereiro de 2013
A situação ambiental do Município de Botucatu
O município de Botucatu, na região centro-sul do Estado de São Paulo, está inserido nas províncias geomorfológicas da Depressão do Médio Tietê Superior, Cuesta Basáltica e
Planalto de Botucatu/Itatinga (IPT, 1981). A área caracteriza-se por uma instabilidade geotectônica, onde ocorrem processos de escorregamento, rastejo e queda de blocos nas escarpas da Serra de Botucatu, e muito localmente em encostas íngremes do
reverso da Cuesta. Devido às fragilidades do quadro geológico regional, o IPT (1995)classificou o município como de alta criticidade em relação aos processos erosivos. Tal fragilidade tem sido agravada em decorrência do avanço da agricultura em locais impróprios, antes ocupados pela vegetação nativa da região, especialmente mata e cerrado (BARROS,
1988; CAMPOS, 1993; SIMÕES & CARDOSO, no prelo). As cabeceiras de drenagem encontram-se muito deterioradas, apresentando processos erosivos avançados, como as
voçorocas (IPT, 1995). Inevitavelmente, as conseqüências dessa agressão recaem sobre os custos de produção, já que o desmatamento implica em perda de solo, aumento de pragas e
doenças, assoreamento dos rios, dentre outros.
As bacias hidrográficas do Ribeirão Lavapés e do Rio Pardo drenam grandes áreas do município e merecem especial atenção. A bacia do Rio Pardo, na zona de recarga do
Aqüífero Botucatu, é responsável pelo fornecimento de água para abastecimento dos municípios de Pardinho e Botucatu, no entanto, está sujeita à contaminação por agroquímicos devido às intensas práticas agrícolas aí desenvolvidas (ENGEA, 1990). A bacia do Ribeirão Lavapés, por sua vez, apresenta alto nível de poluição (LEOPOLDO, 1989; ZUCCARI et al., 1991; CONTE, 1992), já que drena o sítio urbano de Botucatu e recebe quase todos os esgotos domésticos, efluentes industriais do município e grandes cargas de sedimentos que são carreados para a Represa de Barra Bonita.
Fonte
Dados de 2007 (http://www.abq.org.br/cbq/2007/trabalhos/5/5-267-16.htm) apontam que a poluição do Ribeirão Lavapés melhorou após o início do tratamento do esgoto de Botucatu.
Fonte
Dados de 2007 (http://www.abq.org.br/cbq/2007/trabalhos/5/5-267-16.htm) apontam que a poluição do Ribeirão Lavapés melhorou após o início do tratamento do esgoto de Botucatu.
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sábado, 9 de fevereiro de 2013
Morros Testemunhos
O Morro do Peru (Coordenadas: 22°52'41"S 48°24'33"W),a 795 m de altitude, é outro Morro Testemunho que fica no Município de Botucatu. Está localizado a 5 km do centro de Botucatu na Estrada BTC-020 , o local possui vista panorâmica da Cuesta e é utilizado para caminhadas e pratica de esportes de aventura:
Os morros testemunhos foram esculpidos por erosão diferencial entre o Arenito e o Basalto, camadas do embasamento geológico local.
Os morros testemunhos foram esculpidos por erosão diferencial entre o Arenito e o Basalto, camadas do embasamento geológico local.
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